O que os brasileiros consideram importante para viver ao máximo

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Ao ler esse post você pode pensar: nossa por que publicaram isso..quantos números, pra que eu quero saber disso? Bem, a publicação a seguir é carregada de informações resultantes de uma pesquisa sobre o tema que dá o título a esse post.

E o motivo pelo qual resolvemos publicar aqui é por encontrar nos pilares apontados pela pesquisa uma relação com as esferas que as pessoas buscam no ambiente religioso, além fé ter sido citada como um fator para se viver ao máximo. Se você é líder de algum ministério ou igreja local, acredito que vai encontrar informações relevantes para aplicar no seu ministério.

 


 

A Empresa de soluções médicas Abbot, realizou uma pesquisa global em busca da resposta para a seguinte questão: Como é realmente viver ao máximo? No Brasil, o levantamento foi feito em parceria com a área de Pesquisa e Inteligência de Mercado da Abril e o Fórum Saúde da Editora Abril, recolhendo informações de 5 mil pessoas em todas as regiões do País, buscando saber o que deixa o brasileiro satisfeito e o que ainda falta para que eles vivam ao máximo.

O estudo buscou entender o que inspira as pessoas a viver uma vida cheia de experiências ricas, independentemente da idade ou condição financeira. Segundo o levantamento, quando o tema é a vida atual, pouco mais da metade dos brasileiros, 52%, considera que está feliz; e apenas 10% dessa fatia afirmam estarem totalmente satisfeitos.

Para a maioria dos entrevistados, 60%, o convívio familiar é o fator que mais justifica essa percepção; seguido pela espiritualidade, com 58%; está em alta as relações afetivas, com 57%.  Entre os 48% que estão insatisfeitos, os aspectos do dia a dia explicam a sensação de que algo não vai bem: e o que mais incomoda é a estética do corpo, 66%, que aparecem à frente da vida social e da profissional, ambas com 57%.

A pesquisa mostra ainda que a maioria dos totalmente satisfeitos são os homens (54%), com idade média de 41 anos, eles são casados (73%) e estão mais felizes com a vida familiar (77%), afetiva (73%) e espiritual (63%) respectivamente.

Já no grupo dos mais insatisfeitos (8%), a maioria é mulher (58%), na faixa dos 34 anos, e tem na falta de motivação e na vida profissional os principais pilares de seu descontentamento, com 56% e 53% de peso, respectivamente.  Além disso, 63% das mulheres extremamente insatisfeitas apontam o estresse do dia a dia como um problema constante e que impede uma vida plena. 39% dos brasileiros consideram que vivem ao máximo hoje, sendo que destes, apenas 5% estão realmente explorando todo o seu potencial.

 

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Com percentagens acima de 90%, a pesquisa mostrou os seguintes fatores como fundamentais para uma vida plena: “ficar bem consigo mesmo” (97%); “ter otimismo para lidar com as adversidades” (95%); “viajar e conhecer lugares novos” (95%); “envelhecer de modo saudável” (94%), “ter saúde plena” (94%) e “acesso à educação” (93%). O convívio familiar (86%), o cuidado com a saúde (77%), a vida social (74%), a vida profissional (74%) e a vida afetiva (71%) são as áreas que mais determinam uma vida plena. Já a falta de dinheiro (60%) e de tempo (43%) são os que mais dificultam essa conquista, segundo o estudo.

 

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O estudo foi publicado em novembro de 2015, e você pode conferir o book completo aqui | Fonte: Abbot

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